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Estrada vista de cima, entre árvores, a entrar em dois túneis

RUB Biorresíduos municipais e tarifários PAYT

Do mandato legal à operação diária: inscrições, validação, logística de kits, rede de juntas de freguesia e o registo por aderente que um tarifário PAYT exige.

Solução vertical Estado: Em produção Última verificação: 2026-07 Referências públicas: 1

Biorresíduos: da lei à operação diária.

O RUB — Resíduos Urbanos Biodegradáveis — opera o programa inteiro, e não uma parte dele: inscrição de munícipes online e ao balcão, validação de participantes e acompanhamento da adesão, distribuição de baldes e sacos, entregas documentadas no terreno, interface própria para juntas de freguesia e parceiros, contacto direto com os munícipes e dashboards de monitorização ambiental. É essa a base de registo sem a qual um tarifário PAYT não passa de intenção.

Setor
Municípios e sistemas de gestão de resíduos urbanos
Base
WayAdmin, o framework low-code da Waymotion
Âmbito
Biorresíduos, recolha seletiva e tarifários PAYT
Referência
Município de Mafra · 2025
Fontes
Inscrições online e presenciais · entregas documentadas no terreno · registos das juntas de freguesia
Periodicidade
Registo por aderente, atualizado a cada entrega
Referencial
PAYT · Decreto-Lei n.º 102-D/2020 (separação obrigatória desde 2023)
Rua de um bairro antigo com roupa estendida entre as fachadas
O bairro O programa acontece rua a rua: cada casa que adere, cada kit entregue, cada freguesia com a sua lista.

01 O mandato

Em 2023, separar biorresíduos deixou de ser uma recomendação e passou a ser obrigação legal de cada município português.

Cumprir essa obrigação não é comprar contentores: é inscrever munícipes, validar quem adere, entregar baldes e sacos porta a porta, coordenar juntas de freguesia e parceiros no terreno — e provar, com registos, que o programa acontece.

Sem sistema próprio, essa operação vive em papel, folhas de cálculo e caixas de correio: invisível para quem a gere, pesada para quem a executa e difícil de reportar com confiança a quem a fiscaliza.

E sem registo por aderente não há tarifário PAYT: um tarifário que varia com o comportamento precisa de saber, aderente a aderente, o que foi entregue, onde e quando.

Laranjeira carregada de fruto contra um céu limpo
O fluxo orgânico O fluxo que a lei manda separar nasce nas cozinhas e nos quintais — a adesão conquista-se casa a casa.
Mãos a segurar um mapa dobrado
Rotas e entregas Cada entrega documentada com responsabilização geográfica: quem recebeu o quê, onde e quando.

02 A viragem

O RUB põe o programa inteiro — da inscrição do munícipe ao dashboard de quem responde por ele — numa só operação digital, transparente e auditável.

Inscrições, validação, logística de kits, rede de juntas de freguesia e monitorização deixam de ser processos paralelos e passam a ser vistas do mesmo registo, construído sobre o WayAdmin, o framework low-code da Waymotion.

Cada entrega fica documentada com responsabilização geográfica — quem recebeu o quê, onde e quando — que é exatamente o alicerce de que um tarifário PAYT precisa para ser defensável.

Do lado do munícipe, a adesão faz-se online ou ao balcão e o contacto é direto, sem passar por um circuito administrativo; do lado de quem responde pelo programa, os dashboards mostram a adesão e os fluxos sem pedir uma folha de cálculo a ninguém.

O caminho seguinte é o que o caso de Mafra já aponta: automatizar processos locais, alargar a outros fluxos de resíduos e alinhar o programa com métricas de sustentabilidade.

Estrada a serpentear por montes junto a uma albufeira
O território Das juntas de freguesia aos parceiros no terreno, todos operam sobre o mesmo registo.

03 De onde vem

O RUB assenta no WayAdmin, o framework low-code com que construímos operações municipais. Quando o município quer ligar o programa de biorresíduos aos indicadores da Agenda 2030 e ao orçamento, a base é o WaySDG; a leitura territorial dos circuitos, das freguesias e dos pontos de entrega faz-se no WayGIS; e o desempenho ambiental do sistema de resíduos consolida-se no WayGreen. Medir consumo é uma prática e não um discurso: publicamos também a pegada deste site.

04 A escala

Da inscrição ao dashboard.

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funções do programa integradas numa só plataforma Fonte: Município de Mafra

Os números de adesão, de toneladas e de rotas são do Município de Mafra e é o município que os publica. Aqui contamos apenas o que a plataforma integra — as sete funções listadas no caso.

05 No terreno

Biorresíduos em Mafra: um programa municipal com a operação à vista.

Quando os mandatos legais de separação entraram em vigor em 2023, o Município de Mafra precisava de responder a dois objetivos: fomentar a participação pública e racionalizar a logística de distribuição de kits.

A plataforma RUB, criada pela Waymotion sobre o framework low-code WayAdmin, passou a processar as inscrições online e presenciais, a validar participantes e acompanhar progressos, a distribuir baldes e sacos verdes, a documentar as entregas com responsabilização geográfica e a dar às juntas de freguesia e aos parceiros uma interface própria — reduzindo a carga administrativa e incentivando a participação cívica na economia circular.

Os desenvolvimentos previstos apontam à automação de processos locais, à expansão a outros fluxos de resíduos e ao alinhamento com métricas de sustentabilidade — o mesmo caminho que leva um programa de biorresíduos a poder sustentar um tarifário PAYT.

“Gestão digital centralizada, transparente e segura.”

Do anúncio público do programa de Mafra
Ler a história completa
Capa do caso de Mafra: o dashboard da plataforma RUB num portátil
Município de Mafra Inovação Tecnológica na Gestão de Biorresíduos em Mafra

06 Conversa

Vamos falar do programa de biorresíduos do seu município.

Uma conversa técnica com quem constrói a plataforma: o estado do seu programa, os circuitos e as freguesias no terreno, o que já está registado e o que ainda vive em papel — e o caminho até uma operação digital e, quando fizer sentido, até um tarifário PAYT.

Próxima solução

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