RUB Biorresíduos municipais e tarifários PAYT
Do mandato legal à operação diária: inscrições, validação, logística de kits, rede de juntas de freguesia e o registo por aderente que um tarifário PAYT exige.
Solução vertical Estado: Em produção Última verificação: 2026-07 Referências públicas: 1
Biorresíduos: da lei à operação diária.
O RUB — Resíduos Urbanos Biodegradáveis — opera o programa inteiro, e não uma parte dele: inscrição de munícipes online e ao balcão, validação de participantes e acompanhamento da adesão, distribuição de baldes e sacos, entregas documentadas no terreno, interface própria para juntas de freguesia e parceiros, contacto direto com os munícipes e dashboards de monitorização ambiental. É essa a base de registo sem a qual um tarifário PAYT não passa de intenção.

01 O mandato
Em 2023, separar biorresíduos deixou de ser uma recomendação e passou a ser obrigação legal de cada município português.
Cumprir essa obrigação não é comprar contentores: é inscrever munícipes, validar quem adere, entregar baldes e sacos porta a porta, coordenar juntas de freguesia e parceiros no terreno — e provar, com registos, que o programa acontece.
Sem sistema próprio, essa operação vive em papel, folhas de cálculo e caixas de correio: invisível para quem a gere, pesada para quem a executa e difícil de reportar com confiança a quem a fiscaliza.
E sem registo por aderente não há tarifário PAYT: um tarifário que varia com o comportamento precisa de saber, aderente a aderente, o que foi entregue, onde e quando.


02 A viragem
O RUB põe o programa inteiro — da inscrição do munícipe ao dashboard de quem responde por ele — numa só operação digital, transparente e auditável.
Inscrições, validação, logística de kits, rede de juntas de freguesia e monitorização deixam de ser processos paralelos e passam a ser vistas do mesmo registo, construído sobre o WayAdmin, o framework low-code da Waymotion.
Cada entrega fica documentada com responsabilização geográfica — quem recebeu o quê, onde e quando — que é exatamente o alicerce de que um tarifário PAYT precisa para ser defensável.
Do lado do munícipe, a adesão faz-se online ou ao balcão e o contacto é direto, sem passar por um circuito administrativo; do lado de quem responde pelo programa, os dashboards mostram a adesão e os fluxos sem pedir uma folha de cálculo a ninguém.
O caminho seguinte é o que o caso de Mafra já aponta: automatizar processos locais, alargar a outros fluxos de resíduos e alinhar o programa com métricas de sustentabilidade.

03 De onde vem
O RUB assenta no WayAdmin, o framework low-code com que construímos operações municipais. Quando o município quer ligar o programa de biorresíduos aos indicadores da Agenda 2030 e ao orçamento, a base é o WaySDG; a leitura territorial dos circuitos, das freguesias e dos pontos de entrega faz-se no WayGIS; e o desempenho ambiental do sistema de resíduos consolida-se no WayGreen. Medir consumo é uma prática e não um discurso: publicamos também a pegada deste site.
04 A escala
Da inscrição ao dashboard.
- 7
- funções do programa integradas numa só plataforma Fonte: Município de Mafra
Os números de adesão, de toneladas e de rotas são do Município de Mafra e é o município que os publica. Aqui contamos apenas o que a plataforma integra — as sete funções listadas no caso.
05 No terreno
Biorresíduos em Mafra: um programa municipal com a operação à vista.
Quando os mandatos legais de separação entraram em vigor em 2023, o Município de Mafra precisava de responder a dois objetivos: fomentar a participação pública e racionalizar a logística de distribuição de kits.
A plataforma RUB, criada pela Waymotion sobre o framework low-code WayAdmin, passou a processar as inscrições online e presenciais, a validar participantes e acompanhar progressos, a distribuir baldes e sacos verdes, a documentar as entregas com responsabilização geográfica e a dar às juntas de freguesia e aos parceiros uma interface própria — reduzindo a carga administrativa e incentivando a participação cívica na economia circular.
Os desenvolvimentos previstos apontam à automação de processos locais, à expansão a outros fluxos de resíduos e ao alinhamento com métricas de sustentabilidade — o mesmo caminho que leva um programa de biorresíduos a poder sustentar um tarifário PAYT.
Ler a história completa“Gestão digital centralizada, transparente e segura.”

06 Conversa
Vamos falar do programa de biorresíduos do seu município.
Uma conversa técnica com quem constrói a plataforma: o estado do seu programa, os circuitos e as freguesias no terreno, o que já está registado e o que ainda vive em papel — e o caminho até uma operação digital e, quando fizer sentido, até um tarifário PAYT.
Próxima solução
WayPorts