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A base geoespacial para territórios complexos.

O WayGIS é a camada de interoperabilidade entre os sistemas de informação geográfica que já tem, os dados territoriais que produz todos os dias e as decisões que precisa de justificar. Sem substituir o que funciona.

  • Administração regional
  • Municípios
  • Autoridades portuárias
  • Operadores de rede
  • Institutos geocientíficos

Três atritos que travam qualquer operação territorial.

Não é falta de dados. É o custo de os tornar utilizáveis — todas as vezes, por cada equipa.

décadas dias

para pôr um arquivo legado em produção

Arquivos antigos que ninguém consegue usar

Décadas de levantamentos vivem em CAD, shapefiles, raster e bases departamentais que nunca foram concebidos para operar em conjunto. Cada pedido novo recomeça o trabalho de conversão.

Com o WayGIS

Pipelines de normalização estruturados convertem esses arquivos num modelo espacial único e curado — com rastreabilidade da fonte original até à camada publicada.

uma fonte todos os canais

sem duplicar nem exportar à mão

Sistemas que não comunicam entre si

Planeamento, operação e reporte mantêm cada um o seu conjunto de mapas. A informação existe, mas não atravessa a fronteira entre departamentos — e muito menos entre organizações.

Com o WayGIS

Serviços alinhados com OGC e INSPIRE tornam cada camada portável: o mesmo dado serve o visualizador interno, o portal público e o parceiro externo, sem cópias paralelas.

cada KPI no mapa

evidência espacial auditável

Indicadores sem lugar no mapa

Os indicadores ambientais, sociais e de execução vivem em folhas de cálculo, desligados dos ativos, freguesias e zonas de intervenção que descrevem. A evidência é difícil de defender numa auditoria.

Com o WayGIS

Cada indicador é georreferenciado ao ativo e ao território a que pertence, com histórico versionado — a evidência espacial fica pronta para reporte ESG, ODS e fundos comunitários.

Interoperabilidade

Um território não se governa a partir de mapas que não conversam entre si.

Quatro blocos. Comece por um, cresça para todos.

Os módulos partilham o mesmo modelo espacial e o mesmo catálogo, por isso nada tem de ser reconstruído quando o âmbito aumenta.

Integração e normalização de dados

Ingestão de fontes heterogéneas — vetor, raster, CAD, bases de dados e serviços externos — para um modelo comum.

  • Transformação de sistemas de coordenadas e validação topológica
  • Sincronização incremental em vez de recargas totais
  • Registo de proveniência de cada conjunto de dados

Catálogo e metadados

Um catálogo pesquisável onde cada camada tem responsável, âmbito, atualidade e regras de utilização.

  • Perfis de metadados ISO 19115 / INSPIRE
  • Ciclo de vida e níveis de publicação por camada
  • Controlo de acesso por organização, papel e território

Visualizadores e cockpit operacional

Vistas centradas no mapa, configuradas por perfil, para monitorizar camadas, condicionantes e intervenções.

  • Sobreposições multicamada com filtros operacionais
  • Vistas públicas e internas a partir da mesma fonte
  • Consultas espaciais e exportação com contexto

Serviços e integração

Tudo o que existe no visualizador está disponível como serviço, para o resto do seu ecossistema aplicacional.

  • WMS, WMTS, WFS e APIs REST documentadas
  • Ligação a sistemas de gestão documental e de atendimento
  • Ambientes de pré-produção para validar integrações

Do diagnóstico à operação em cinco passos.

Um percurso previsível, com entregáveis em cada fase — sem um único grande arranque no fim.

  1. Diagnóstico de dados

    Inventariamos fontes, formatos, responsáveis e lacunas. O resultado é um mapa honesto do que existe e do que falta.

  2. Modelo espacial e governação

    Definimos o modelo comum, os perfis de metadados e quem publica o quê — a decisão que evita o próximo silo.

  3. Pipelines e migração

    Automatizamos a ingestão e a normalização das fontes prioritárias, com validação a cada execução.

  4. Publicação e visualizadores

    Ativamos os serviços conformes e configuramos as vistas por perfil, interno e público.

  5. Operação e evolução

    Formação das equipas, monitorização dos pipelines e um plano de evolução por camadas e casos de uso.

Construído contra normas, não contra um formato proprietário.

A interoperabilidade não é um módulo adicional: é a condição de partida do produto.

OGC
WMS · WMTS · WFS · GeoPackage
INSPIRE
Temas, metadados e serviços de rede
ISO 19115 / 19139
Metadados geográficos
EPSG / PT-TM06
Sistemas de referência nacionais
RGPD
Minimização e controlo de acesso
Dados abertos
Publicação reutilizável por omissão

Corre na sua infraestrutura. Só na sua infraestrutura.

Instalação on-premise, sem exceção — de um território-piloto a operações multirregião, sem rearquitetar a base.

On-premise, com soberania total

Os dados críticos permanecem na sua infraestrutura, sob a sua custódia — quando a governação ou a legislação o exigem.

Escala dentro do seu perímetro

De um território-piloto a várias entidades na mesma instalação, sem sair da infraestrutura que já controla.

Modelo comercial

Base de implementação, mais subscrição anual.

Implementação da base

Instalação, alinhamento do modelo de dados, integração das fontes prioritárias, configuração de normas e formação das equipas.

Subscrição anual de operação

Suporte, evolução da plataforma, manutenção dos pipelines e otimização continuada dos fluxos territoriais.

O que nos perguntam antes de avançar.

O WayGIS substitui o SIG que já usamos?

Não. O WayGIS assume-se como camada de interoperabilidade: liga-se ao que já existe, normaliza e publica. Onde há duplicação de sistemas, isso torna-se visível — e a decisão de consolidar passa a ser informada, em vez de imposta pela ferramenta.

Que formatos e fontes conseguem integrar?

Vetor (shapefile, GeoJSON, GeoPackage, PostGIS), raster e ortofotos, desenho CAD (DWG/DXF), bases de dados relacionais e serviços externos OGC. Fontes atípicas são avaliadas no diagnóstico inicial, antes de qualquer compromisso.

Os dados podem ficar na nossa infraestrutura?

Sim, e é a única forma como o WayGIS é instalado: on-premise, na sua infraestrutura. Não existe edição em cloud gerida por nós — os dados territoriais não saem do seu perímetro.

Quanto tempo leva até termos algo em produção?

O diagnóstico e o modelo de dados ocupam tipicamente as primeiras semanas. Um primeiro conjunto de camadas prioritárias publicado com serviços conformes é um objetivo realista no primeiro trimestre de projeto — o âmbito completo cresce por fases.

Serve para cumprir INSPIRE e obrigações de dados abertos?

Sim. Os serviços de visualização e descarregamento, os perfis de metadados e o catálogo foram construídos para esse enquadramento. A conformidade formal depende também dos dados e das decisões da entidade, e é trabalhada em conjunto.

E se precisarmos de uma capacidade que não está no produto?

A Waymotion é uma equipa de engenharia, não apenas um fornecedor de licenças. Extensões específicas são âmbito de projeto, avaliadas e orçamentadas com transparência.

Quando o âmbito é todo um setor, isso deixa de ser uma extensão e passa a ser uma solução vertical .